quarta-feira, outubro 14

Incentivos valorizam produção de alimentos saudáveis em hortas comunitárias


As hortas comunitárias são opções de agricultura na área urbana, ação que busca cada vez mais o incentivo à produção de alimentos saudáveis em terrenos públicos. O serviço proporciona a aproximação da comunidade com a terra no cultivo do próprio alimento. É assim que funciona em Maringá com 38 unidades espalhadas pela cidade. Iniciativa que garante o bem estar e a saúde física e mental de 1.025 famílias maringaenses. Os investimentos para melhorias não param.

O orçamento anual para manutenção do serviço é de R$ 223 mil. O valor garante a distribuição mensal de 280 mil mudas de hortaliças. A novidade é a instalação de poços artesianos. A Prefeitura já empenhou R$ 87 mil para a instalação de poços nas hortas do Conjunto Cidade Canção, Jardim Olímpico, Hortência e no Viveiro de Flores, proposta também de cultivo comunitário. A horta do Distrito de Iguatemi foi a mais recente unidade a receber o poço com vazão de 10 mil litros por hora. 

As manutenções nas unidades são constantes. O município revitalizou as hortas do Jardim Tarumã e dos conjuntos Cidade Alta e Universo. Os espaços ganharam limpeza geral, canteiros, bases de caixa d′água, alambrados e estrada. Ações que garantem qualidade para a comercialização dos produtos feita nos locais. O trabalho de ′formiguinha′ cultiva pé de alface, almeirão, beterraba, brócolis, cebolinha, salsinha, couve, pimenta, repolho, chicória e outros. O mais bacana disso tudo é que são produtos totalmente orgânicos, sem nenhum tipo de agrotóxico e veneno. 

O espaço e toda a infraestrutura é de 109 mil m². As terras são preparadas e os canteiros são montados pela Secretaria de Serviços Públicos (Semusp), que também disponibiliza sementes e mudas. O município promove assistência técnica com cursos semanais de orientação, esterco, compostagem, assistência básica com mangueiras, regadores, insumos para plantio, adubação, terra, serviços de roçada, limpeza, pedriscos e fiscalização com engenheiro agrônomo. O projeto atende preferencialmente às famílias de baixa renda.

Fonte: Prefeitura de Maringá

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