“Não há margem segura além daquela já tão enfatizada no Brasil e no mundo: é preciso ficar em casa, manter o distanciamento entre as pessoas, usar máscara em deslocamentos públicos e higienizar as mãos, entre tantos outros cuidados que se deve ter em casa e no ambiente de trabalho. Não existe ainda outra forma de derrotar o vírus senão com medidas excessivas. Nós fizemos a coisa certa, no momento certo, mas ainda não podemos comemorar nada, apenas insistir: não relaxem”, afirma o prefeito de Maringá, Ulisses Maia. “Não fazemos nada sem base técnica e científica, mas é preciso a compreensão de todos para superar esse momento de desafios”, acrescenta.
A abertura do comércio segue planejamento alicerçado na compreensão de que o momento permite a flexibilização, considerando que os últimos 30 dias permitiram a organização da infraestrutura de atendimento médico nas redes pública e privada. Medidas de prevenção, como o toque de recolher entre 21 horas e 5 da manhã, derrubado por decisão da justiça em ação do vereador Jean Marques, higienização de espaços públicos, proibição do transporte intermunicipal com fechamento da rodoviária, e um conjunto de outras ações foram fundamentais para manter a curva de crescimento de coronavírus dentro de uma margem adequada ao planejamento.
Fundamental, no entanto, para o sucesso inicial no enfrentamento ao coronavírus, foi a insistência no isolamento social, reforçado especialmente com a suspensão das atividades econômicas por 30 dias. “A redução do fluxo de pessoas nas ruas é indispensável para conter a circulação viral e, em consequência, reduzir a contaminação”, afirma o secretário de Saúde, Jair Biatto. Importante também é destacar a infraestrutura de retaguarda organizada pelo município não apenas para o enfrentamento direto ao vírus, mas antecipando seu comportamento e dispersão como recurso tático que permite ações pontuais e mais efetivas.
Fonte: Prefeitura de Maringá
