Mais de 300 profissionais da área de engenharia estão preparados para apresentar projetos sem risco de erros ao serem analisados para aprovação pela Prefeitura de Maringá.
Nesta quarta-feira (26) a Secretaria Municipal de Planejamento e Urbanismo (Seplan) encerrou a série de três workshop que promoveu neste mês com a finalidade de minimizar os equívocos mais comuns que são cometidos por construtores e profissionais de engenharia no ato da apresentação de projetos para análise e aprovação.
Os três encontros direcionados ao setor foram realizados na Sala de Reuniões e no Auditório Hélio Moreira e tiveram, no total, a participação de 320 engenheiros, arquitetos, desenhistas projetistas e outros profissionais habilitados na área, com registro no Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (CREA) ou no Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU).
Por meio de projeções, técnicos e engenheiros da Seplan esclareceram normas, situações e as várias questões técnicas que devem ser obedecidas na apresentação de projetos para implantação de edificação comum e corrente no município.
Na abertura dos encontros a secretária de Planejamento e Urbanismo, Bruna Barbosa Barroca, explicou que além do empreendedor ganhar tempo na aprovação mais rápida do projeto, essas orientações ajudam a evitar possíveis retrabalhos, tanto para a equipe de analistas da Seplan quanto para os profissionais da área. “Isso tudo resulta em mais agilidade nos trâmites, maior qualidade nos trabalhos e melhores resultados no número de aprovações de projetos protocolados na Prefeitura”, assegura a secretária.
Esclarecer dúvidas
Conforme explicações de técnicos da equipe de análise da Seplan, os erros mais frequentes e que exigem maior tempo para aprovação de projetos estão relacionados a equívocos de medidas e desenho, ausência de cotas, parâmetros urbanísticos, localização do lote, recuos frontais e laterais, coeficiente de aproveitamento, características de embasamento, potencial construtivo e taxa de ocupação do imóvel.
Nas demonstrações de equívocos apresentados e que exigem retificação de documento, também há casos em que ocorrem restrições de condomínio, ausência de áreas permeáveis, definição de área comercial ou residencial, descrição geométrica do terreno e outras irregularidades no atendimento à legislação vigente, que também está relacionada a reformas, ampliações e até demolição de imóveis.
“Nesta primeira etapa de orientações, todas as vagas oferecidas foram preenchidas e o interesse dos profissionais foi tão positivo que surgiu a proposta de organizarmos outros workshop, inclusive para esclarecer dúvidas a respeito de edificações especiais”, afirma Barroca.
O feedback realizado junto aos participantes, com parâmetros assinalados por meio de gráficos, aponta também a necessidade de estender os encontros até os alunos formandos de faculdades técnicas. “A ideia vai desde orientá-los quanto a forma correta de preencher a ficha técnica dos imóveis e elaborar o relatório tributário até organizar outra sequência de status, onde são utilizadas ortofotos e sofisticados equipamentos para levantamento aerofotogramétrico do terreno”, destaca a secretária.
Mais informações: (44) 3221-1261 (Seplan)
Fonte: Prefeitura de Maringá
