sábado, outubro 17

Prefeitura ajuda profissionais de engenharia a evitar erros em projetos


Mais de 300 profissionais da área de engenharia estão preparados para apresentar projetos sem risco de erros ao serem analisados para aprovação pela Prefeitura de Maringá.

Nesta quarta-feira (26) a Secretaria Municipal de Planejamento e Urbanismo (Seplan) encerrou a série de três workshop que promoveu neste mês com a finalidade de minimizar os equívocos mais comuns que são cometidos por construtores e profissionais de engenharia no ato da apresentação de projetos para análise e aprovação.

Os três encontros direcionados ao setor foram realizados na Sala de Reuniões e no Auditório Hélio Moreira e tiveram, no total, a participação de 320 engenheiros, arquitetos, desenhistas projetistas e outros profissionais habilitados na área, com registro no Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (CREA) ou no Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU).

Por meio de projeções, técnicos e engenheiros da Seplan esclareceram normas, situações e as várias questões técnicas que devem ser obedecidas na apresentação de projetos para implantação de edificação comum e corrente no município.

Na abertura dos encontros a secretária de Planejamento e Urbanismo, Bruna Barbosa Barroca, explicou que além do empreendedor ganhar tempo na aprovação mais rápida do projeto, essas orientações ajudam a evitar possíveis retrabalhos, tanto para a equipe de analistas da Seplan quanto para os profissionais da área. “Isso tudo resulta em mais agilidade nos trâmites, maior qualidade nos trabalhos e melhores resultados no número de aprovações de projetos protocolados na Prefeitura”, assegura a secretária. 

Esclarecer dúvidas

Conforme explicações de técnicos da equipe de análise da Seplan, os erros mais frequentes e que exigem maior tempo para aprovação de projetos estão relacionados a equívocos de medidas e desenho, ausência de cotas, parâmetros urbanísticos, localização do lote, recuos frontais e laterais, coeficiente de aproveitamento, características de embasamento, potencial construtivo e taxa de ocupação do imóvel.

Nas demonstrações de equívocos apresentados e que exigem retificação de documento, também há casos em que ocorrem restrições de condomínio, ausência de áreas permeáveis, definição de área comercial ou residencial, descrição geométrica do terreno e outras irregularidades no atendimento à legislação vigente, que também está relacionada a reformas, ampliações e até demolição de imóveis.

“Nesta primeira etapa de orientações, todas as vagas oferecidas foram preenchidas e o interesse dos profissionais foi tão positivo que surgiu a proposta de organizarmos outros workshop, inclusive para esclarecer dúvidas a respeito de edificações especiais”, afirma Barroca.

O feedback realizado junto aos participantes, com parâmetros assinalados por meio de gráficos, aponta também a necessidade de estender os encontros até os alunos formandos de faculdades técnicas. “A ideia vai desde orientá-los quanto a forma correta de preencher a ficha técnica dos imóveis e elaborar o relatório tributário até organizar outra sequência de status, onde são utilizadas ortofotos e sofisticados equipamentos para levantamento aerofotogramétrico do terreno”, destaca a secretária.

 

Mais informações: (44) 3221-1261 (Seplan)

Fonte: Prefeitura de Maringá

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