Em uma semana, a Prefeitura de Maringá, por meio da Secretaria de Juventude e Cidadania, atendeu 17 pessoas pelo programa de Atendimento Psicológico para pessoas LGBTQIA+. O programa teve início no dia 30 de agosto e o trabalho é realizado presencialmente por quatro psicólogos voluntários.
Essa ação da Prefeitura acolhe o público LGBTQIA+ como política pública do município para uma população que historicamente carece de inclusão social digna. Para as pessoas LGBTQIA+, a discriminação e exclusão social é algo que afeta a sanidade mental e o sentimento de não pertencimento em muitos ambientes que prezam a “normalidade” em corpos que são cis-heterossexuais (cis: prefixo que se refere a quem se identifica com o gênero atribuído pela sociedade).
Além disso, a existência dessa política se justifica pelas altas taxas de suicídio, ansiedade e depressão que a população LGBTQIA+ apresenta. Segundo relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS), o suicídio é a segunda causa de morte entre jovens de 15 a 29 anos no mundo, atrás apenas de acidentes de trânsito. Um dos motivos está ligado à questões de sexualidade e gênero e não aceitação pública do indivíduo.
Fonte: Prefeitura de Maringá
