No dia do orgulho LGBTQIA+, Prefeitura de Maringá relembra importância da data

Nesta segunda-feira, 28 de junho, é celebrado o dia internacional do orgulho LGBTQIA+ e é uma importante data para reflexão e luta pelo direito da diversidade humana, de corpos e de sexualidade. A Prefeitura de Maringá, por meio da Secretaria de Juventude e Cidadania, criada na atual gestão,  desenvolvendo políticas públicas fundamentais para essa população e hoje, divulga nas redes sociais depoimentos de personagens que vivem e/ou que defendem a causa.

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A implementação de políticas LGBTQIA+ é um passo histórico e que diferencia Maringá. Essa população sofre violência diária e o Brasil é considerado o país que mais mata LGBTQIA+. “É preciso reverter essa situação. Respeitar os direitos humanos. Não é apenas uma sigla, são histórias, são vidas.” reforça o prefeito Ulisses Maia sobre a importância da causa.

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Em março, a Prefeitura realizou o mapeamento LGBTQIA+ para registrar as necessidades e os principais problemas sociais e de gênero que ocorrem com ela. Com o resultado desse mapeamento, uma das políticas é a criação do Conselho LGBTQIA+, que alinhará cada passo a ser tomado para a dignidade dessa população.

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A Prefeitura de Maringá segue desempenhando seu papel efetivo para que essa data seja de reflexão e que a luta seja diária para dar mais dignidade às pessoas LGBTQIA+. Com a criação da Gerência da Diversidade, na gestão Ulisses Maia, isso fica ainda mais palpável, por ser um setor focado especificamente nessa população.

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Entre os personagens da campanha da Prefeitura, estão:

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- Yonaisa Karina, artista e professora, que mostra seu orgulho em ser uma mulher lésbica.

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- Zeca Grigoleto, psicólogo que reforça que não há nada de anormal em ser gay, e que sente muito orgulho em ser quem é.

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-  O psicólogo Luan Rafael de Souza que é bissexual e frisa que o orgulho é o elo com a história de cada um e com a luta coletiva.

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- A artista independente Leonna Moriale, que conta que tem orgulho em ser mulher trans e que contribui para que o respeito a pessoas como ela se perpetue na sociedade.

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- O casal Nadyne Vieira, professora e musicista, e Thamires Saboia, formada em artes cênicas e maquiadora. Elas compartilham seu amor e se orgulham de serem lésbicas. Além disso, Nadyne representa em sua fala a população não-binárie, ou seja, pessoas que não se identificam na binaridade de gênero (homem ou mulher).

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- A historiadora Vanessa Sial. Ela é mãe de uma adolescente trans e diz que sua família vive uma jornada que é, acima de tudo uma causa pelo respeito e pelo amor.

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- O pedagogo Daniel Henrique, transgênero, defende que a resistência é uma forma da validação da sua identidade.

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- O artista, professor e estudante de jornalismo João Renato Vilela, que é gay, se orgulha disso e reforça que é bom sentir esse orgulho e se sentir livre.

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- Jhunnynho Larocca, consultor de vendas, ressalta que seu orgulho não é especificamente por ser gay, mas por ter a coragem de ser o que é “em um mundo que tenta me fazer desistir todos os dias”. 

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- Gustavo Soares é homem trans e gerente de brechó. Ele diz que ser um homem trans é ensinar e aprender, principalmente aprender quem se é a cada dia.

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Fonte: Prefeitura de Maringá

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