Ficou definido que serão criados três grupos para debates e negociações. Um com foco econômico e turístico, outro na educação, tecnologia e inovação e outro institucional. “Foi uma reunião muito produtiva. É o começo de um acordo subnacional com linhas de cooperação econômica”, explica Cordiolli. “No pós-pandemia, as empresas precisam ser internacionalizadas”.
O secretário comenta que a Prefeitura cria projetos e ações que favorecem empresas já estabelecidas para ampliar seus negócios e também abre espaço para as novas empresas. Que esses acordos internacionais possibilitam vender, comprar e cooperar em experiências, serviços, trocas de tecnologias e outras ações em conjunto. Com isso, há possibilidades de ações com os colombianos na Economia, Turismo, Serviços, Logística, Urbanismo, Cultura, entre outros.
PERFIL – As duas cidades colombianas, que distam 130 quilômetros entre elas, somam quase um milhão de habitantes e ficam próximas ao litoral caribenho. O que já garante boas opções turísticas e econômicas. Os municípios têm aspectos parecidos com Maringá. Como forte agricultura, polo educacional, comércio e serviços.
Apesar de não serem metrópoles, estão muito avançadas em alguns segmentos. Como a tecnologia. A Colômbia tem ampla cobertura de internet, trabalha para implantar tráfego de dados em 5G, entre outros.
Daniel Moreno Velasquez cita que a parceria com Maringá já começa positiva. Houve boa aceitação de ambos os lados. Considerando ainda que há escolas na Colômbia que ensinam a língua portuguesa, numa proximidade com os brasileiros.
Também participaram da reunião online hoje órgãos, conselhos e associações de Maringá, como a Universidade Estadual de Maringá, o Instituto Mercosul, o Conselho Municipal de Turismo, entre outros.
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Fonte: Prefeitura de Maringá
