quinta-feira, outubro 8

Defesa Civil de Curitiba capacita pessoas com deficiência visual em primeiros socorros


Texto: Joao Maximo Salomao Filho

Secretaria Municipal da Comunicação Social (Secom)

A Defesa Civil de Curitiba realizou nesta quinta-feira (8/10) uma palestra sobre primeiros socorros com um grupo de pessoas com deficiência visual no Parolin. Elas fazem parte do Programa Acolher Pessoas com Deficiência Visual, realizado pela Sociedade Bíblica do Brasil, que promove espaços de escuta, convivência, aprendizado para pessoas cegas e com baixa visão.

A capacitação foi ministrada pelo chefe de Monitoramento da Defesa Civil, Paulo de Souza, que adaptou o conteúdo para este público, de modo que todos possam estar preparados para agir em situações de emergência. 

“Os primeiros socorros são os cuidados imediatos a serem dados a pessoas cujo estado físico coloque sua vida em risco, e todos podem fazer a sua parte para ajudar em uma situação real”, explicou Paulo.  

Entre os temas abordados está como agir se ocorrerem acidentes como os de trânsito, afogamentos, choques elétricos, desmaios e engasgos. Foi ensinado que o mais importante é manter a calma e acionar os serviços adequados, como o Samu, pelo telefone 192, e o Siate, pelo 193, mas que até a chegada deste socorro, diversas atitudes podem auxiliar em casos de urgência. O treinamento mostrou que as limitações de cada um não impedem de ajudar ativamente a salvar vidas.

Jonas Eduardo Lindner, secretário Regional de Curitiba da Sociedade Bíblica do Brasil, relatou que o programa para pessoas com deficiência visual existe há mais de 20 anos e atende cerca de 50 pessoas em Curitiba. “São sempre promovidas atividades e palestras visando promover a cidadania e capacitar pessoas com deficiência visual”, afirmou Jonas.

Uma das participantes da palestra foi a servidora pública aposentada Maria Celia Teixeira de Barros, servidora pública aposentada, que faz parte do programa Acolher desde 2022. Ela entende que é muito importante acompanhar palestras como estas. “Geralmente não temos acesso a esse tipo de informação e podemos também ajudar se acontecer uma emergência real”, disse Maria Célia.



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